22 novembro, 2017

"Acho sinceramente que o país se está a suicidar"



Numa iniciativa promovida pelo CDS, o presidente da câmara do Porto lançou o repto à regionalização, porque "o país se está a suicidar".

Rui Moreira considera que Portugal vive um tempo de "descoesão territorial" e lança um repto: "É preciso ter coragem. É preciso perceber que não vale a pena continuar a falar na reforma da administração se não fizermos a reforma do sistema político que permita de facto que o reduto rio seja ocupado duma forma razoável".

O autarca do Porto usa uma imagem. "Se pensarmos na nossa casa, aquilo que estamos a fazer é concentrar a cozinha, a casa de banho, a sala de estar e os quartos apenas numa pequena divisão. E quando fazemos isso, se prensarmos sob o ponto de vista social, da qualidade de vida e da sustentabilidade do país, acho sinceramente que o país se está a suicidar".

Rui Moreira falava numa iniciativa organizada pelo CDS chamada "Ouvir Portugal", na qual Assunção Cristas ouviu várias personalidades da sociedade civil para recolher ideias programáticas para o partido.
Assunção Cristas, que esteve em Serralves para ouvir opiniões, deixou uma pergunta: saber como se encontram "formas de levar as pessoas para o interior".
Na resposta, Moreira lembrou que o problema é que o país empurra as pessoas do interior para o litoral, à procura de empregos.
Nota de RoP:
A resposta de Rui Moreira à pergunta de Cristas teve uma grande virtude: esclareceu,  quem ainda tivesse dúvidas, que Assunção Cristas é mais uma lisboeta que não conhece o país, para além da capital.

20 novembro, 2017

Ou acabámos com o centralismo, ou o centralismo acaba connôsco!

Resultado de imagem para terreiro do paço lisboa
Imagem maléfica

É um facto, que os portugueses de um modo geral ainda não perceberam a importância sócio-política dos seus direitos de cidadania.

Somos mais sensíveis à solidariedade, quando acontecem catástrofes, do que com as causas de cariz político. E não estou bem certo se essa aparente solidariedade é mesmo uma expressão sincera, ou se não passa de manifestações vaidosas com carências de protagonismo na expectativa que as televisões os tornem famosos. É mais comum que as pessoas generosas sejam discretas, e não gostem muito de palco. 

No que respeita a hábitos de cidadania os portugueses só quase se  mobilizam com greves e por motivos salariais. Mesmo assim, fazem-no a reboque dos sindicatos, alguns deles sem terem as respectivas cotas em dia... Até nos assuntos que mais os apaixonam, como é o caso do futebol, preferem empurrar os outros para resolver problemas que são de todos, e mesmo assim não deixam de criticar quem tenta fazer alguma coisa. Tudo isto frequentemente, no anonimato. Somos assim. Muito exigentes, mas pouco cooperantes.

Inevitavelmente, o futebol também sofre dess praga. A história do FCPorto é um paradigma de luta desigual, contra a descriminação centralista da capital, mas também de alguns portuenses e nortenhos, que estúpida e traiçoeiramente, fazem côro com ela. Independentemente de serem portistas, ou não, traem a cidade onde vivem e nasceram, permitindo o desvio permanente de recursos e verbas para a capital, empobrecendo a região, esvaziando com isso o acesso a empregos e negócios aos seus próprios filhos e familiares. 

Mas, o problema dos portuenses não se limita a isso, deve-se também à inércia das chamadas elites, que conquanto tenham razões para gozar desse estatuto, não têm sabido usá-lo para ajudar a cidade e a região tanto quanto podiam. Temos reputados reitores universitários, desportistas, bons colégios, cientistas, empresários, artistas, arquitectos, médicos especialistas, gestores hospitalares, e no entanto não temos massa crítica. Ouvimo-los, e lemo-los de modo avulso, a tecer comentários tímidos sobre o centralismo, mas nem o Porto Canal foi capaz de promover debates alargados sobre a matéria agregando essas pessoas no mesmo objectivo para consolidar massa crítica. O Porto Canal, e o seu infantil director-geral, parece contentar-se com visitantes lisboetas que nunca ninguém ouviu, ou viu defender o Porto, a juntar todos esses portuenses na mesma causa.

Assim, vai ser complicado acabar com o centralismo. Quanto mais frágeis nos mostrarmos, mais Terreiro do Paço vamos ter de suportar nas nossas vidas, com os efeitos altamente perversos que isso implica. A timidez revelada pela administração do FCPorto com as vigarices inomináveis do Benfica, é um sintoma de fragilidade angustiante incompreensível. Tão óbvio, que os próprios criminosos (a tribo benfiquista) dela procuram tirar partido, ensaiando todo o tipo de ataques e ofensas ao FCPorto como se fosse este o autor das suas próprias ilegalidades.

Sentem-se assim à vontade, porque, até ao momento, os dirigentes portistas não souberam estar à altura para defender o clube como ele merece. E veremos se não vamos pagar caro tanta passividade (que é o adjectivo mais brando que se pode aplicar)...
  

19 novembro, 2017

Vergonha lisbonária!

Isto, é o espelho do país! Louvar
a corrupção com o país todo a ver
Acredite quem quiser. 

Não acrescenta nada de dignificante à minha liberdade pessoal, a faculdade de escrever aqui o que convictamente penso  deste país e dos que o representam (sem nível) ao nível mais alto, o que é de per si uma contradição sem fundamento possível. 

Este blogue está aberto aos olhos do mundo. 

Neste espaço, posso e devo afirmar, que somos um país governado por corruptos. E os destinatários tanto podem ser os leitores comuns, como o presidente da República, ou o 1º. ministro. A diferença, é que a responsabilidade do leitor comum é incomparavelmente menor à destas últimas figuras públicas, que gozam de privilégios que os primeiros não têm, ou seja, da legitimidade para prevenir e combater a corrupção a que me refiro. 

Não o fazendo, estão a desrespeitar-se a si próprios, e - o que é mais grave -, a trair o povo, assumindo-se implicitamente como cúmplices. 

Marcelo Rebêlo de Sousa, parece que também não sabe o que se está a passar...

PS-Ontem, o padre Capela virou as costas nitidamente às suas responsabilidades. Foi não só cartilheiro,como gangster, ao sonegar um penálti cristalino ao Victória de Setúbal. Comigo, já estava na cadeia há alguns anos, a marinar...  

17 novembro, 2017

Humor negro de Camilo

Germano Silva
Germano Silva

A história é conhecida, mas vale a pena relembrá-la. Camilo Castelo Branco conheceu Ana Plácido, a sua “paixão fatal”, por 1850, aqui no Porto

"Era num baile. Ondulava / d’ouro e sedas o salão…” Ela, “ beleza de Rubens, colo de jaspe, talhe de haste flexível que o mais leve sopro derruba “ tinha, então, dezassete anos e estava noiva de Manuel Pinheiro Alves, um homem bastante mais velho, quadragenário, rico comerciante da rua do Almada.
O casamento realizou-se em setembro daquele ano. Durante nove anos Ana Plácido, culta, romântica, idealista, resistiu ao fogo da paixão. Mas em 1859 deu o passo fatal: abandonou o marido e foi refugiar-se nos braços de Camilo levando com ela o único filho ainda pequeno.
O resto é por demais sabido: um ano depois de ter abandonado o lar conjugal (26 de março de 1860) Ana Plácido foi presa na Cadeia da Relação do Porto, onde Camilo também daria entrada, uns meses depois (5 de maio), acusados, ambos, do crime de adultério.
O caso subiu a tribunal onde veio a ser julgado pelo juiz José Maria de Almeida Teixeira de Queirós, pai do nosso grande Eça de Queirós que, no princípio não quis intervir no caso, “ por razões de consciência”, mas acabou por presidir ao julgamento de que os réus saíram absolvidos.
Três anos mais tarde (15 de julho de 1863) Pinheiro Alves estava às portas da morte. Vivia, então, hospedado num hotel de Vila Nova de Famalicão. Pediu que lhe levassem um confessor ao leito da morte. A ordem foi cumprida e lá compareceu o padre para assistir aos últimos momentos do moribundo. Confessou-se e no final o sacerdote advertiu-o de que só lhe podia dar a absolvição se ele perdoasse quantos o haviam ofendido.
Ofegante, Pinheiro Alves condescendeu. Que sim, que perdoava a todos, incluindo à mulher adúltera, “ exceto àquele homem…” – frisou. Aquele homem era Camilo. O sacerdote insistiu: Tem que perdoar a todos senão… Resposta pronta do moribundo: “ A esse não perdoo…” Então não o absolvo”, tornou o confessor. “ Irei para o inferno, retorquiu Pinheiro Alves, mas não perdoo…” E não perdoou.
Coisa curiosa. No dia e à hora a que Pinheiro Alves expirava, no silêncio de um modesto quarto de um hotel de Famalicão, Camilo, recostado no leito de um hospital de Lisboa, onde fora procurar solução para os seus muitos achaques, lia um romance. A Alberto Pimentel, um dos seus biógrafos, contou mais tarde que, exatamente à hora em que Pinheiro Salves morria, sentiu, de repente, “ um aperto misterioso e inexplicável nos gorgomilos, como se uma hercúlea mão invisível o estivesse a estrangular.” Ele há coincidências…

15 novembro, 2017

Benfica, fica mal e porcamente! E o Estado, também!


Não tenho filiação partidária, tenho sim uma simpatia quase endémica por concepções políticas de esquerda. Melhor falando, por doutrinas verdadeiramente humanistas, que não é bem a mesma coisa. Os extintos países comunistas da Europa, colapsaram pela forma pidesca como combateram e perseguiram os opositores do regime,  hipotecando a componente humana da doutrina. Esse, foi talvez o calcanhar de Aquiles de todos os regimes comunistas, e continuará a ser, caso não tenham capacidade para os reinventar. Mesmo assim, derrubados que foram os muros com os países capitalistas, hoje, não são mais felizes do que antes. Na própria Rússia de Putin, há uma grande comunidade de comunistas que já estão arrependidos pelo fim do regime anterior, mesmo os que lhes reconhecem falhas.

Desprezo o capitalismo selvagem das sociedades contemporâneas, e jamais as defenderei como paradigma de sociedade. São sistemas corruptos por natureza, e corruptíveis por contágio. É a certeza da vida que mais se aproxima da certeza da morte, nem sequer é um efeito colateral.  O fenómeno Bilderberg ganha cada vez mais pragmatismo, ainda que poucos se apercebam da sua monstruosidade para a o homem. José Saramago bem dizia: "Não são os políticos os que governam o mundo. Os lugares de poder, além de serem supranacionais, multinacionais, são invisíveis".

Enquanto outros ventos não chegam, e a própria União Europeia não se mostra interessada em fugir destas tentações, que mais a tornam uma cúmplice da "bilderberguização" global, do que vítima, já me contentava em viver num regime capitalista moderado, do tipo escandinavo. A Escandinávia é seguramente a única região do planeta onde as populações menos motivos têm para se envergonhar, enquanto tal. Como sistemas capitalistas que são, sujeitam-se aos consequentes surtos de corrupção, só com uma sintomática diferença por comparação com Portugal, são poucos, e quando detectados, pagam contas à Justiça.

Em Portugal, ou expressando-me melhor, em Lisboa, cultiva-se e protege-se a corrupção. Em Lisboa, governantes, partidos-políticos e comunicação social, orgulham-se de serem cúmplices de um clube de futebol com claques ilegais e assassinas. Sim, assassinas! Não, não estou a delirar, é verdade!

Chama-se: Sport Lisboa e Benfica.   

14 novembro, 2017

Ter catraios no Governo dá nisto

Jõao Paulo Rebêlo
O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, frisou, esta segunda-feira, que não existem "tratamentos diferenciados" no futebol português e referiu que nenhum clube pode prestar apoio direto a grupos afetos de adeptos não registados.

"Não é aceitável saber que há, ou imaginar que possa haver, um tratamento diferenciado. Somos todos rigorosamente iguais à luz da lei. O Instituto português do Desporto e da Juventude está a trabalhar e isso deve deixar descansados todos os que seguem o desporto", começou por sublinhar João Paulo Rebelo.

À margem do lançamento da bandeira da Ética, que decorreu no complexo desportivo da Academia da Estrela, em Lisboa, o secretário de Estado deixou claro que "não há clubes de clubes de primeira nem de segunda", alertando que a "lei é para ser aplicada a todos de forma inequívoca".

Questionado sobre os eventuais apoios prestados pelos clubes aos grupos afetos de adeptos não registados, a resposta foi clara, garantindo que "não podem existir".

Nota de RoP:

Estas reacções são acepipes muito difíceis de digerir. Bem sei, que um catraio, é um catraio, que quem o nomeou para o cargo de Secretário de Estado do Desporto, ainda mais catraio é. Só ao fim de quase meio ano, é que este Chico-esperto se decidiu a pôr o pescoço de fora? E ainda por cima para fazer de nós colegas de creche?
  
Estas declarações pecam por tardias e por razões obscuras... É que, mesmo sendo tardias não acrescentam nem esclarecem nada. E, das duas, uma,ou é gato escondido com o rabo de fora,ou  uma provocadora resposta cheia de nada. Talvez me engane, mas cá para mim, cheira-me a lexívia.

Caros leitores: estou disponível para encabeçar uma petição a exigir a demissão imediata deste miúdo.  

PS-Na impossibilidade de publicar um artigo de Álvaro Almeida, ex-candidato à Câmara do Porto, referente à independência da Catalunha/Regionalização portuguesa, deixo aqui o link cuja leitura recomendo:

10 novembro, 2017

Pérolas a porcos, é generosidade que abomino

Mesmo um cantinho a dizer
que Pinto da Costa e Antero Henrique
foram absolvidos deve provocar azia


É natural, e perfeitamente compreensível, que o que vou dizer a seguir seja também um pensamento comum a outros portistas. Penso não cometer nenhuma asneira se der como certo, que o nosso estado de espírito comum já passou daquela fase inicial do choque, para  a fase seguinte da expectativa, sem por isso deixarmos de desconfiar do rumo que a Justiça dará ao caso "Cartilha Encarnada". 

Como é do vosso conhecimento, há já alguns anos que me inquieto com o alinhamento editorial do Jornal de Notícias. Sem nunca ter baixado para o nível de pasquim (como alguns da capital), foi mesmo assim perdendo o timbre tripeiro que o caracterizava. Jornal de distribuição nacional, orientou-se para o Porto e toda a região do Norte, de forma a compensar o excesso de informação desde sempre concentrado em Lisboa. Outros jornais da cidade entretanto foram desaparecendo, como o Comércio do Porto, Primeiro de Janeiro e Norte Desportivo. Curiosamente (ou, um sério caso de estudo), todos estes jornais acabaram com o advento desta falsa democracia. Se assim não fosse, tivéssemos nós a sorte de sermos governados por grandes estadistas e verdadeiros democratas, hoje o Porto não estava metido no colete de forças em que os vários governos centralistas pós Abril/74 o meteram. 

A verdade, é que se antes já andava desconfiado com a brandura do JN face a um centralismo galopante, fiquei ainda mais céptico com o seu novo rumo editorial e a nova administração. Para director, escolheram um tipo que poucos no Porto conhecem, de seu nome Afonso Camões, albicastrense e benfiquista... Mudaram um pouco a imagem, e acrescentaram-lhe mais Lisboa. Com a cumplicidade do "nortenho" Rolando Oliveira (filho de Joaquim Oliveira), e de outros administradores da capital, como o advogado Proença de Carvalho, foram assentando arraiais  na cidade, invadindo-a com luvas de pelica, para o transformarem em mais um jornal centralista.

Os centralistas, não são burros, mas também não se pode dizer que sejam inteligentes, porque todo o cuidado é pouco quando se tenta enganar gatos escaldados (como é o meu caso), só porque não despediram alguns dos jornalistas antigos com simpatias regionalistas, como é o caso de David Pontes, sub-director, e o ex-director de informação do Porto Canal, Domingos Andrade. 

Pessoalmente, a manutenção destes jornalistas nos quadros da empresa não me convence, nem assegura que o perfil centralista do JN não seja o objectivo principal. Tal como o DN, o Público, o "I", e demais pasquins, o JN continua a tentar branquear o mais que pode o caso "Cartilha Encarnada", e ainda hoje não deu o destaque devido à absolvição de Pinto da Costa e Antero Henrique no (não)  caso "Operação Fénix" como faz quando é para publicitar o Benfica ou para denegrir o FCPorto.   

Pergunto: o que pensará o FCPorto/Porto Canal sobre isto? Como tenciona lidar com um jornal que lhes tem servido de guia para os noticiários, e que ao mesmo tempo trabalha, com subtiliza grosseira, para a corte centralista? E o que terá a dizer Domingos Andrade? Nada? Não terá opinião, ou também obedece à voz do dono, como todos os cartilheiros da comunicação social dominada pelo nacional-benfiquismo? Já repararam como estes dois horrorosos monstros parecem almas gémeas? Centralismo, e benfiquismo?

Termino, confessando uma fraqueza que ainda não consegui superar totalmente, e que me está a incomodar.   A falta de um jornal credível do Porto tem-me coagido a comprar o JN, dia sim, dia não. Não o leio aos fins de semana. Antes, e durante anos a fio, comprava-o todos os dias. Mas esta dieta já é um progresso, para quem se habituou a rotinas de leitura diárias.

Como já aqui referi, não gosto de ser coagido, mesmo que seja por um vício que durante anos supunha saudável. É uma questão de tempo, e de alternativa... Não suporto a ideia de estar a dar pérolas a porcos.

09 novembro, 2017

Os rostos dizem um pouco, mas não dizem tudo

Resultado de imagem para Quem é João Paulo Rebêlo
João Paulo Rebêlo
(Sec.Estado da Juventude e Desporto)


A primeira decisão a tomar por quem de direito (que em Portugal não faço ideia o que seja) para acabar com a violência no futebol português, é dar um ponta-pé no traseiro destes dois cromos. 

Se não forem capazes de os despachar para o futebol do Burquina Faso, que então os mergulhem nas cloacas da terra. Mas não se esqueçam de tapar o nariz. 



Resultado de imagem para Quem é Augusto Baganha
Augusto Baganha
(Presidente do IPDJ)

07 novembro, 2017

Apontamento em modo de alerta

Resultado de imagem para jornalistas
Impostores e vendidos

É claro que o post de ontem era ironia, apesar de realista. Às vezes, é preferível levar estas imundices públicas para o lado do sarcasmo, e impedir que a revolta  nos mate, do que sofrer pela consciência de não estarmos a sonhar.

As cenas de violência sempre que joga o Benfica, continuam com a cumplicidade inqualificável da comunicação social e do Governo. No domingo foi em Guimarães, com os media mais uma vez a trocarem o nome ao clube responsável.

Nem vale a pena falar da FPF, ou da Liga, porque já provaram ser uns incompetentes. Mais uns mercenários do mundo do futebol. Os jornalistas, os poucos que ainda possam ter uma pequena ideia do que é a dignidade, homens e mulheres, não podem queixar-se, se alguma vez sofrerem as consequências pela omissão do que se está a passar. Vão ficar conhecidos na história pelos profissionais da comunicação mais fanáticos do século XXI. Da fama já ninguém os livra.

Pela enésima vez, deixo o aviso: se o FCPorto não reclamar para si justiça, a quem de direito, sujeita-se a ser (mais uma vez) cilindrado por uma seita de mafiosos.

Se isso acontecer, não esperem pela minha compreensão, porque tudo tem limites. 

06 novembro, 2017

Sou eu que estou errado, peço desculpa aos ofendidos

Resultado de imagem para SAD  do benfica
Tudo gente virtuosa...


Hesito, se o deva dizer, mas começo a pensar que os partidos políticos e os governos que sucessivamente juraram fidelidade à Constituição, foram todos muito sérios, muito competentes, e por isso sou eu que tenho uma perspectiva equívoca das responsabilidades.

Em síntese, concluí:
  • que é digno, e requintadamente pedagógico para os cidadãos, que os Governos, bem como os partidos políticos, não repudiem programas desportivos que passam o tempo a insultar e a conspirar contra os adversários. Mea culpa, que sempre pensei ser impossível usufruir da verdadeira Liberdade sem a contenção de respeito que os bons costumes recomendam.

  • que é natural, e profundamente eficaz para a união do país, permitir a deputados no activo, a participação nesses programas, tratando clubes de outras regiões com o fanatismo de verdadeiros jihadistas. Afinal, estava errado quando pensei que posturas dessas podiam gerar divisões separatistas e a perda de confiança na classe política. Afinal, incitam à paz e à união.  

  • que é normal, que todo o universo da comunicação, dos jornais às rádios, e às televisões, famosos por serem autênticos predadores de escândalos e desgraças, em Portugal tenham estabelecido um pacto de não agressão (informação) em relação a ilegalidades relacionadas com o Benfica. Fiquei portanto a saber, que o Benfica beneficia de um estatuto de impunidade, até para crimes homicidas, mesmo que tal privilegio não conste em nenhum artigo da Constituição.

  • que em Portugal, é um abençoado sinal de racionalidade, presumir que a multidão ligada, directa ou indirectamente, às instituições aqui referidas, é tudo gente séria, e de  convicções muito fortes.

Chiu! Não digam a ninguém, estou a pensar seriamente em assaltar um banco e convidar toda a família a participar. Que diabo, também tenho direito a ser respeitado. Acho que vou mudar de clube...


Sofia Coppola no arranque do Porto/Post/Doc


Image de Sofia Coppola no arranque do Porto/Post/Doc
Nicole Kidman

‘The Beguiled’ será exibido no grande auditório do Rivoli, pelas 21h30.
A sequela do filme promovido por Al Gore, ex-vice-presidente dos EUA durante os mandatos de Bill Clinton, sobre alterações climáticas e um documentário sobre a cantora e modelo Grace Jones são outros dos destaques do Porto/Post/Doc deste ano citados pelo organizador Dario Oliveira.
‘Uma Sequela Inconveniente: A Verdade ao Poder’, de Bonni Cohen e Jon Shenk enquanto sequela do premiado ‘Uma Verdade Inconveniente’, é exibido no dia 30 de novembro e trata-se de “um filme que urge ver”, segundo Dario Oliveira.
O documentário ‘Grace Jones: Bloodlight and Bami’, de Sophie Fiennes, que passa dia 2 de dezembro, às 21h30, no Rivoli, é outro dos filmes apontados por Dario Oliveira e que aparece na secção Transmission (cinema cruzado com a música), sendo “muito mais do que um ‘biopic’” da cantora.
‘The Unseen’, do checo Miroslav Janek, exibido dia 1 de dezembro, pelas 16h30, no pequeno auditório do Rivoli, é outro dos destaques.
“É um filme inesquecível em que o Miroslav Janek acompanha uma escola de cegos a quem é distribuída uma máquina fotográfica e os miúdos fazem o registo diário das suas atividades. Como eles dizem, em determinado momento do filme, para que as outras pessoas saibam o que é o dia-a-dia deles. É um filme que retrata um quotidiano com uma poética de cinema e com uma franqueza impressionante”, resume Dario Oliveira.
O Porto/Post/Doc conta com uma competição internacional com 12 filmes e vários programas paralelos a decorrerem no Rivoli, no Passos Manuel, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e no Maus Hábitos.
No âmbito do programa ‘Highlights’, é exibido também em antestreia um dos filmes-sensação de Cannes deste ano: ‘120 Battements par Minute’, do marroquino Robin Campillo.
Há ainda um programa especial dedicado ao tema do Arquivo e Memória, criado em parceria com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, para exibir filmes recentes que utilizam material de arquivo, de onde se destaca o foco dedicado ao centenário da morte de Jean Rouch, “o revolucionário e grande amigo da cidade do Porto e de Manoel de Oliveira”, explica Dario Oliveira.
Com um orçamento atual que ronda os 130 mil euros, o festival espera agora pelo resultado dos apoios para o triénio 2018-2020.
Apostar na programação e, particularmente, num projeto educativo são outras prioridades, porque a “alfabetização a partir das imagens é fundamental neste momento”, afirma Dario Oliveira.
(Porto24)

05 novembro, 2017

Um Porto sólido, e solidário, bebe-se sempre bem


Resultado de imagem para sergio conceição
Não faz o meu género deitar foguetes antes das festa, mas pelo que até ao momento foi capaz de fazer, em comparação com o que (não) fez Nuno Espírito Santo, tanto em termos de resultados, como no aspecto técnico e anímico, Sérgio Conceição deu passos de gigante.  Desse ponto de vista, o metro e noventa e um de NES, é de pigmeu ao lado de Sérgio.

Um homem que tem a coragem de lançar um guarda-redes novo e praticamente desconhecido como José Sá, e deixar a suplente uma vedeta de créditos firmados como Iker Casillas, sabendo o que isso significa num país como Portugal onde impera a má língua, só pode ser um homem de carácter. Aconteça o que acontecer, estarei sempre a seu lado.

Conceição, soube transformar uma equipa tímida e desmoralizada, por factores endógenos e exógenos, num conjunto de jogadores resistentes e combativos como já não havia memória. Pena é que o plantel seja curto, mas disso ele não tem culpa absolutamente nenhuma. Foi o que lhe deram para trabalhar. Mesmo assim, estou convencido que vai conseguir ter sucesso e ganhar troféus. E se tal não acontecer, é porque outros obstáculos se levantaram.

O que lhe desejo, assim como aos jogadores, é que sejam felizes, porque quem luta como eles têm lutado, é isso que merecem. E os adeptos também.

03 novembro, 2017

Chamemos os bois pelos nomes, há sempre um homem por detrás de uma instituição!


Resultado de imagem para Os Poderes

Casos há, como o conhecido escândalo dos e-mails, que mesmo sabendo que arriscamos ver a nossa vida completamente devassada, é um mau serviço que prestamos à sociedade fazer de conta que não sabemos quem são as pessoas com maiores responsabilidades pelo clima de impunidade de que o Benfica vem beneficiando.

Sem procurar tirar dividendos egocêntricos, ou de outro tipo, não me caem os parentes na lama se disser que (e acredito que os leitores o reconheçam) não estou com rodeios quando tenho de criticar quem quer que seja. Chamo, como diz o povo, os bois pelo nome, e é assim que tem de ser, desde que tenhamos consciência do que estamos a dizer. É o que tento fazer.

Como qualquer portista declarado, sigo piamente os programas do Porto Canal, Universo Porto da Bancada para actualizar a informação sobre o caso da "Cartilha Encarnada" (o título é meu), mais conhecido pela troca de e-mails clandestinos entre o Benfica e vários agentes do futebol. Por esta altura, acompanho-os de forma um pouco diferente, e explico porquê. Se nos programas iniciais tinha sempre curiosidade de os ver, para saber até que ponto eram graves, agora, que a PJ e o Ministério Público tomaram conta do assunto, e que já não saem a público tantas novidades, parece-me algo tímida a posição do FCPorto face a esta grande vigarice.

Em primeiro lugar, considero mais um acto de submissão inaceitável que Pinto da Costa, e respectiva SAD, tenham convidado o presidente da FPF para a tribuna de honra do Dragão, e fossem sentar-se ao lado dele. Por mais voltas que dê à cabeça, não compreendo tal atitude. Mesmo que por lei Fernando Gomes tenha direito a assistir a certos jogos, isso não justifica que obrigue Pinto da Costa a sentar-se ao seu lado, tendo em conta a postura distante, e diria mesmo sectária, que F. Gomes tem mantido com o FCPorto, bem como as declarações tendenciosas que fez no Parlamento com a história das ameaças aos árbitros.

Não me atrevo a especular, porque não gosto, apesar de estar bastante decepcionado com o presidente portista, ainda tenho memória do que fez de positivo pelo clube, mas este comportamento ambíguo só pode alimentar a suspeita. É um paradoxo, e não acredito nada que se trate de diplomacia formal. Repito, para mim, num momento em que temos motivos de queixa, contra tudo e contra todos (e agora não é um mero slogan), incluindo a Federação, esta postura permissiva é inaceitável.

No Porto Canal, as queixas repetem-se, mas começam a revelar-se monocórdicas por baterem sempre na mesma tecla, ou seja, os comentadores em vez de continuarem a queixar-se do silêncio da comunicação social e dos organismos que tutelam o futebol, já deviam ter dado um importante passo em frente que era citar sem tibiezas o nome de quem os lidera.

A RTP pertence ao Estado (o tal canal que uns gostam de dizer que é de todos, e nós sabemos que é mentira), tem um Presidente que é pago principescamente para ser no mínimo Honesto, chama-se Gonçalo Reis.

A SIC, tem Pinto Balsemão, um dos fundadores do PSD, que de tão democrata que é, não só não sabe a porcaria que se faz na sua empresa, como também não vê o que o Benfica anda a fazer de pedagógico para o enobrecer.

A TVI, é presidida por Bruno Santos, outro homem com problemas óptico-auditivos, requisitos estranhos para um líder de Comunicação. 

Referindo-me embora, aos lidéres destas grandes empresas, considero cumplíces deste flagrante atentado aos valores da democracia e da ética deontológica, todos os dirigentes subalternos que obedeceram como gado a directrizes editoriais desta estirpe. Portaram-se, não como gente, mas sim como cordeiros. 

Enfim, o que quero dizer, é que toda esta gente não pode continuar a passar entre os pingos da chuva, como se vivessem num mundo diferente, onde apenas à arraia-miúda são cobrados deveres. Não! Eles têm obrigações acrescidas, mais que não seja, cívicas!  Estas figuras, devem ser as primeiras a responder perante a Lei, porque estão a adulterá-la, ignorando-a! Esta gente não só permite, como fomenta a discriminação, neste caso, também no futebol, e muito em particular o FCPorto.

Por último, a classe política. Não só o Governo, como também a oposição, parecem viver dopados pelas drogas da Porta 18, porque não têm coragem para se pronunciarem sobre este escândalo. Querem votos? 

Leiam bem: pela parte que me toca, podem esperar deitados, ou desempregados. Cresçam! Façam-se gente responsável! Ser político, podem crer, hoje como sempre, em Portugal, não prestigia ninguém. Pelo menos, aos meus olhos. 

02 novembro, 2017

Agora, pergunto eu: o que passou se ?!?!?


Se a incoerência pagasse imposto, a SAD do FCPorto estava completamente falida. Se Roma não paga os seus traidores, paga o FCPorto.




Prefiro cenas mais saudáveis, como aqui em baixo ...

01 novembro, 2017

Força Porto, toca a aproveitar esta onda vencedora!


Este Porto tem uma grande virtude: uma excelente preparação física! 

Sérgio Conceição está a fazer um trabalho magnífico, se considerarmos os condicionalismos do plantel. Com tanto azar, logo aos 12 minutos com a lesão de Marega e já na fase final do jogo Corona, era impossível fazer melhor.

Tendo pela frente um adversário poderosíssimo, rápido, assertivo, talvez mais difícil do que equipas mais cotadas (convém não esquecer que é alemã), os jogadores foram uns verdadeiros guerreiros.

Parabéns rapazes!

LIXO!


Resultado de imagem para Estado de Direito é lixo
Mandam as regras de um Estado de Direito que nenhum Governo funcione contra o que está estabelecido na Lei, ou contra o direito civil, isto é, que os cidadãos se obriguem a respeitar as leis da sociedade em que vivem.

De igual modo, mandam as normas do código deontológico dos jornalistas, que, entre várias outras, respeitem as primeiras três:
  1.  O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público.
  2. O jornalista deve combater a censura e o sensacionalismo e considerar a acusação sem provas e o plágio como graves faltas profissionais.
  3. O jornalista deve lutar contra as restrições no acesso às fontes de informação e as tentativas de limitar a liberdade de expressão e o direito de informar. É obrigação do jornalista divulgar as ofensas a estes direitos.
Mediante o que tem sido divulgado pelo Porto Canal em primeira mão e praticamente em exclusivo, todos os outros meios de comunicação social, públicos e privados, desrespeitaram em toda a linha o ponto 1, e 2 dos estatutos, no caso "Apito Dourado", e ignoraram despudoradamente o ponto 3, no caso dos emails benfiquistas. É um facto, não têm como negá-lo!

Perante isto, tenho razões que cheguem para afirmar, sem receio de errar, que não só é uma grande mentira que em Portugal o Estado de Direito seja algo de íntegro e respeitável, como o Código Deontológico dos jornalistas sirva para alguma coisa.

Vá lá, nem tudo é mau. Com estas entidades a portarem-se de forma tão ordinária, nada, nem ninguém, me pode impedir de as colocar ao nível que merecem:  Lixo!

30 outubro, 2017

O Porto Canal pode e deve, fazer muito mais

Francisco J. Marques: «O polvo começa a perder força»
Francisco J. Marques

Após quatro anos consecutivos de permissividade consentida, por parte do Presidente do FCPorto, que custaram ao clube a perda de outros tantos campeonatos, só duas coisas mudaram: a contratação de um treinador competente, e de um director de comunicação corajoso. É melhor que nada, mas seria bem melhor se o Líder máximo desse o exemplo. Adiante.

Já aqui escrevi, e repito, que para acelerar o andamento das investigações me parecem curtas as denúncias dos emails apresentadas no programa Universo Porto da Bancada. Continuo a pensar que o FCPorto já devia ter enviado uma exposição ao Governo alegando justa perda de confiança nos organismos que tutelam o desporto (FPF, IPDJ e Liga), porque tem fortes razões para isso.

Posso estar enganado, mas acho que perdeu tempo ao não fazê-lo, mais que não seja por serem frequentes e demasiado evidentes os sinais de cumplicidade desses organismos com o Benfica. Quando a razão nos assiste, nada nos deve impedir de lutar pela legalidade, sobretudo depois de (e não apesar de), sabermos do branqueamento que os media lisboetas fazem ao que está acontecer. Essa, devia ser uma motivação para acentuarmos a indignação, e não para acreditarmos demais na Justiça. Portugal, também não é um exemplo nessa matéria, e se calhar é por causa desta má Justiça que continuamos na cauda da Europa. 

Se quisermos encarar este grave problema como um assunto do foro exclusivamente desportivo, como parece ser a posição do FCPorto/Universo Porto da Bancada, podemos fazê-lo, mas é repito, uma perda de tempo que nos pode sair cara, esgotados que foram os timings para os referidos organismos se retratarem e agirem dentro do que seria expectável. A audiência do presidente da FPF no Parlamento, só veio aumentar as suspeitas sobre a sua arbitrariedade, portanto é tempo de aumentar a exigência a nível de Justiça. Veremos, se este excesso de confiança, não nos reserva mais surpresas desagradáveis...

Se, pelo contrário, tivermos percebido que o tema já há muito ultrapassou o âmbito desportivo, e que é efectivamente um problema político, talvez ainda estejamos a tempo de recuperar o que já perdemos e aumentar a credibilidade das nossas contestações.

Tenho dúvidas que se o Governo fôr confrontado com uma queixa bem fundamentada pela SAD portista, enfatizando o laxismo e as incompetências dos organismos desportivos, assim como a negação da própria democracia, tenha a (má) coragem  de imitar o presidente da Federação e restantes departamentos.

Às vezes, sou levado a pensar que o FCPorto perdeu a noção do seu poder simbólico, e que ignora a força psicológica do mundo portista na mente de um político em termos eleitoralistas. O FCPorto não está a saber tirar partido desse jogo, dessa vulnerabilidade típica dos políticos. Com a aproximação das eleições, «são todos anti-centralistas», pois saibamos esgrimir os nossos argumentos com o poder da veracidade que contêm. Não queremos mais, nem precisamos.

Por isso, insisto: já devíamos ter usado o Porto Canal para discutir política, democracia, e comunicação social, no domínio desportivo.  Além de intelectualmente pedagógico, era uma forma de provar ao Governo que íamos continuar atentos às ocorrências, e que estávamos predispostos a tudo para defender o FCPorto.   Temas, cujos factos e realidades tornam a argumentação simples e persuasiva.  Seria por aí que devíamos seguir, explorando o lado mais fraco desta pseudo-democracia. E se os eventuais contra-argumentos governativos voltassem a assentar na demagógica separação de poderes, se tentassem reencaminhar o caso para as entidades desportivas (Jurídicas e Disciplinares), seria o Governo a perder, não tenhamos dúvidas

Podemos (e devemos) continuar com as denúncias, se fôr caso disso, mas temos de levantar a fasquia, e obrigar os poderes políticos a saírem da concha hipócrita do centralismo, se não quiserem afundar-se ainda mais. Os dramas dos incêndios retiraram-lhes o pouco crédito que já tinham, não quero acreditar que queiram perdê-lo mais se persistirem na tentativa vil de mascarar a corrupção entre o Benfica e demais intervenientes do futebol.  

PS:
Pelos sinais aqui recolhidos, a determinação de um grande número dos adeptos portistas para se mobilizarem pacificamente nesta empreitada é pouco mais que nula. Estão no seu direito. Mas também eu tenho o direito de duvidar da linguagem guerreira de muitos daqueles que comentam na blogosfera. Estão sempre à espera do D. Sebastião. Fazem-me lembrar aqueles que aceitam tudo da entidade patronal, atrás do argumento cómodo do sustento dos filhos... Está bem, mas nunca podem dizer que mexeram um dedo para melhorar a sociedade. 

PS 2:
Revista Sábado
      A 'Sábado' divulgou esta segunda-feira o teor do mandado de buscas de que foram alvo a 19 de outubro entre outros Luís Filipe Vieira, Pedro Guerra e Ferreira Nunes. A juíza do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa considerou existirem "novos elementos probatórios".

"Os factos sob investigação respeitam à suspeita da actuação de responsáveis do SLB-SAD, que, em conluio com personalidades do mundo do futebol e da arbitragem, procurarão exercer pressão e influência junto de responsáveis da arbitragem e outras estruturas de decisão do futebol nacional, tendo em vista influir na nomeação e classificação de árbitros nesse âmbito",  pode ler-se no documento revelado pela revista da Cofina, que acrescentará mais pormenores na edição imprensa que estará terça-feira nas bancas.